Archive for Janeiro, 2009

LENDA DA MOURA DO RIBEIRO DAS FONTAINHAS

31/01/2009

Na margem direita do ribeiro das Fontainhas, que corre a Poente da freguesia, existe um grande penedo. Nele, devido à acção da erosão, abre-se uma pequena gruta. O povo de Segura chama-lhe a Cova da Moura.

Quem depois do pôr-do-sol se aproximar do penedo, ouvirá, como vinda de muito longe, do interior da rocha ou das profundezas da terra, uma guisalheira infernal, produzida pelo som de muitas e diferentes campainhas. É o sinal do aparecimentodo Moura.

E diz a lenda, que se o curioso, que a visitar persistir em descobrir o segredo da rocha, mesmo depois de ouvir a guisalheira, pagará com a vida o atrevimento, porque a Moura o esmagará com uma enorme cacheira de ferro.

O porquê deste proceder da estranha criatura, que ao contrário de outras suas irmãs espalhadas por todo o Portugal, prefere o isolamento à quebra do feitiço, ignora-o o povo de Segura que embora receie a Moura do penedo, continua a afirmar que nenhuma há mais bela ou mais linda.

fonte: site da Câmara Municipal de Idanha-a-Nova

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HINO DO FARENSE FOI O PREFERIDO

30/01/2009

O site Maisfutebol nas últimas semanas promoveu uma sondagem junto dos seus leitores com o objectivo de indagar qual o hino preferido dos clubes desportivos portugueses.

Para além de votar, os adeptos tiveram a oportunidade de recordar ou ficar a conhecer as canções que são emblema de cada clube. E o hino mais votado nesta sondagem foi, o do nosso Farense, que recolheu 28,2% dos votos.

No segundo lugar ficou o hino do Benfica, com 17,8% e o terceiro lugar do pódio foi para o hino do Boavista.

GERAÇÃO RASCA

28/01/2009

A corrupção, o facilitismo e as vigarices imperam em Portugal e no mundo também! Todos os dias surgem casos e mais casos em todos os cantos do globo e de norte a sul do país, uns mais mediáticos do que outros, mas todos sem excepção a mostrar avidez, falta de civismo e uma falta de honestidade assustadora.

Impera a filosofia do vale tudo e das golpadas dadas por banqueiros, políticos, correctores, empresarios, consultores, advogados, etc, etc…

Estes casos para mim são piores do que a CRISE, aliás a crise é possivelmente o resultado de toda esta podridão.

E já repararam na idade “tipo” dos sr.s visados? E no entanto, dizem alguns, a “Geração Rasca” é a minha…

MÚSICAS PARA RECORDAR

25/01/2009

Recorda-se hoje a canção “Vida de Marinheiro” (1992), dos Sitiados, cujo vocalista era João Aguardela (que faleceu na semana passada)

LENDA DA MOURA ENCANTADA DE ALFACE

24/01/2009

Esta é uma história que já contavam os avôs dos meus avôs e aconteceu no lugar de Alface, na freguesia de Estoi.

Um dia, um homem, passeava por um campo onde só floresciam pedrinhas, pedras e pedregulhos. Contudo, para seu grande espanto, viu uma pequena planta quase sem folhas, com um ar muito frágil e quebradiço, a desabrochar numa pequena fenda no topo de uma grande rocha. Trepou pela rocha para ver melhor a planta e sentiu a necessidade de lhe tocar. Nesse instante, ouviu uma voz feminina que parecia sair do pequeno tronco que agora tremia, apesar de não haver vento: “Alimenta-me e acarinha-me durante um ano. Fala só para mim e para mais ninguém, dá-me leite todos os dias e alguns dias o teu sangue e logo serás recompensado”.

O homem, muito assustado, saiu dali a correr, mas a voz parecia segui-lo, continuava a ouvir aquelas palavras por mais que se afastasse. Os dias passaram, mas a voz permanecia latejante na sua cabeça, nem a dormir tinha descanço. Estava a dar em doido! Por fim, decidiu fazer o que a voz lhe pedia. Assim, um dia levou um púcaro de leite e foi ao campo pedregoso onde vira a planta. Não teve dificuldade em encontrar a rocha, mas a planta não passava de uma tosca haste quase seca. Pensou que já seria tarde demais, mas como tinha ido até ali, deitou o leite sobre ela e foi-se embora. Mas, a partir do momento em que despejou o leite sobre a planta deixou de ouvir a voz.

No dia seguinte estava curioso com o que teria acontecido à plantinha e foi ao local. Para seu grande espanto esta estava erecta, verde e viçosa. Disse-lhe algumas palavras e a planta estremeceu, como que a responder-lhe. Continuou a falar com a planta e esta parecia reagir ao som da sua voz. Lembrando-se de todas as tarefas qe a voz lhe confiara, levou a mão ao bolso e tirou um pequeno canivete, fazendo com ele um golpe no pulso e deixou correr algum sangue para a fenda onde estava a planta. A partir desse dia não voltou a falar.

O tempo foi passando e o homem todos os dias ia falar com a planta, levava-lhe leite e por vezes oferecia-lhe um pouco do seu sangue, como lhe fora pedido. A planta foi-se desenvolvendo e transformou-se muito rapidamente numa bela árvore. Com o engrossar do tronco a fenda onde ela crescia ia-se alastrando e alargando. O homem deixou de ir ao local para satisfazer a sua curiosidade sobre a planta e passou a ir lá porque se sentia feliz a falar com a árvore e achava realmente que ela o ouvia.

Um dia, quando chegou, viu a grande pedra partida ao meio e a árvore havia desaparecido. No seu local estava uma bela mulher de longos cabelos negros que lhe falou: “ Não me procures mais, pois aqui estou, o ano passou e o encanto quebrou. Agora diz-me qual a coisa que te irá fazer mais feliz e ela será-te concedida.” O homem pensou, voltou a pensar e, por fim, respondeu-lhe: “Podia escolher ouro, rubis, prata, terras a perder de vista, ou gado sem fim, mas nada disso me faria tão feliz como fui neste ano em que só com uma planta falei. Assim, quero que o tempo volte para trás e com a minha planta quero falar.”

“Isso não te posso dar, pois do tempo não sou senhora, mas agora comigo podes falar e responder já te poderei”.

“Assim minha senhora serás, pois o tempo não volta atrás”.

Autor: IS

MAQUETE DO HOSPITAL CENTRAL DO ALGARVE

20/01/2009

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OS DITADOS E A LÍNGUA PORTUGUESA!

19/01/2009
Popularmente diz-se: ‘Esse menino não pára quieto, parece que tem bicho carpinteiro.’
O correcto: ‘Esse menino não pára quieto, parece que tem bicho no corpo inteiro.’
‘Batatinha quando nasce, esparrama pelo chão.”
Enquanto o correcto é: ‘Batatinha quando nasce, espalha a rama pelo chão.’

‘Cor de burro quando foge.’
O correcto é: ‘Corro de burro quando foge!’

Outro, que todos dizem de uma maneira errada: ‘Quem tem boca vai a Roma.’
O correcto é: ‘Quem tem boca vaia Roma.’ (isso mesmo, do verbo vaiar)

‘Cuspido e escarrado’ – quando alguém quer dizer que é muito parecido com outra pessoa.
O correcto é: ‘Esculpido em Carrara.’ (tipo de mármore)

Mais um famoso…: ‘Quem não tem cão, caça com gato.’
O correcto é: ‘Quem não tem cão, caça como gato’… ou seja, sozinho!

Dizias correctamente algum desses ditados?

EU NÃO SABIA. E TU?

fonte: Prof. Pasquale Cipro Neto

MÚSICAS PARA RECORDAR

11/01/2009

Recorda-se hoje One More Time (1999) dos Daft Punk

08/01/2009

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DERROTA DO BENFICA

05/01/2009

“O Benfica precisa de mudar a sua forma de jogar”. Esta foi uma das principais conclusões do treinador Kiki após a derrota com o último classificado da liga, o Torrense.

Estás enganado pá, o Benfica precisa é de mudar de teinador e quanto mais depressa melhor!!! Comportou-se de uma forma vergonhosa na pré-época, de uma forma vergonhosa na taça UEFA e de uma forma vergonhosa na taça de Portugal (não esquecer que tiveram de ir a penaltis na Luz com o Penafiel) e no campeonato a tristeza continua…

O Kiki pode ter muito jeito para falar, acredito que até tenha futuro como RP em várias discotecas de  Lisboa mas para treinar equipas de futebol….esse não é o seu maior talento.

Quem o meteu lá, que abra os olhos e vá buscar um novo treinador, de preferência da escola sueca ou holandesa.

MÚSICAS PARA RECORDAR

04/01/2009

Em virtude de hoje se dar inicio ao Rally Dakar, este ano a decorrer na Argentina e no Chile (esperemos que volte já para o ano para as grandiosas dunas da Mauritanea), fica registada a música do senegalês Wock – Sama Amie (música oficial do Dakar)

LENDA DAS AMENDOEIRAS EM FLOR

03/01/2009

Há muito tempo, antes da independência de Portugal, quando o Algarve pertencia aos mouros, havia ali um rei mouro que desposara uma rapariga do norte da Europa, à qual davam o nome de Gilda.

Era encantadora essa criatura, a quem todos chamavam a “Bela do Norte”, e por isso não admira que o rei, de tez cobreada, tão bravo e audaz na guerra, a quisesse para rainha.

Apesar das festas que houve nessa ocasião, uma tristeza se apoderou de Gilda. Nem os mais ricos presentes do esposo faziam nascer um sorriso naqueles lábios agora descorados: a “Bela do Norte” tinha saudades da sua terra.

O rei consegui, enfim, um dia, que Gilda, em pranto e soluços, lhe confessasse que toda a sua tristeza era devida a não ver os campos cobertos de neve, como na sua terra.

O grande temor de perder a esposa amada sugeriu, então, ao rei uma boa ideia. Deu ordem para que em todo o Algarve se fizessem plantações de amendoeiras, e no princípio da Primavera, já elas estavam todas cobertas de flores.

O bom rei, antevendo a alegria que Gilda havia de sentir, disse-lhe:

– Gilda, vinde comigo à varanda da torre mais alta do castelo e contemplareis um espectáculo encantador!

Logo que chegou ao alto da torre, a rainha bateu palmas e soltou gritos de alegria ao ver todas as terras cobertas por um manto branco, que julgou ser neve.

– Vede – disse-lhe o rei sorrindo – como Alá é amável convosco. Os vossos desejos estão cumpridos!

A rainha ficou tão contente que dentro em pouco estava completamente curada. A tristeza que a matava lentamente desapareceu, e Gilda sentia-se alegre e satisfeita junto do rei que a adorava. E, todos os anos, no início da Primavera, ela via do alto da torre, as amendoeiras cobertas de lindas flores brancas, que lhe lembravam os campos cobertos de neve, como na sua terra.

PARTICULARIDADES DO NOSSO CÉREBRO

02/01/2009

É incrível mas é verdade.
Veja como consegue ler isto, com facilidade.

Sguedno um etsduo da Uinvesriadde de Cmabgirde, a oderm das lertas nas pavralas não tem ipmortnacia qsuae nnhuema.
O que ipmrtoa é que a prmiiera e a utlima lreta etsajem no lcoal cetro.
De creto, pdoe ler tduo sem gardnes dfiilcuddaes…
Itso é prouqe o crebéro lê as pavralas cmoo um tdoo e nao lreta por lerta.