Posts Tagged ‘Cidade’

CIDADES PELA RETOMA – CONFERÊNCIA “ECONOMIA URBANA”

02/05/2011

A FARO 1540 – Associação de Defesa e Promoção do Património Ambiental e Cultural de Faro, vai promover no próximo dia 6 de Maio (6ª feira), por volta das 21h30, no Salão Nobre da Sociedade Recreativa Artística Farense mais uma edição das conferências “Cidades pela Retoma”, desta feita dedicado ao tema da Economia Urbana. A entrada é livre!

De entre diversos temas espera-se abordar com especial enfoque temas como o fenómeno urbano, a gestão territorial, o processo de urbanização nas economias ocidentais, o crescimento e o declínio de cidades e a situação actual da cidade e do concelho farense.

Paulo Bernardo, empresário e presidente da delegação Algarve da Associação Nacional de Jovens Empresários (ANJE) e Renato Pereira, economista e docente na Universidade do Algarve são os oradores convidados confirmados.

Recorde-se que esta iniciativa inserida no âmbito do Movimento Cívico “Cidades pela Retoma”, pretende desenvolver em Faro um fórum de debate que deverá mobilizar os cidadãos a participar num exercício de reflexão colectiva sobre o papel das cidades na actual fase de desenvolvimento do país, que vise identificar e avaliar os seus recursos com potencial para o desenvolvimento económico e social e ajudar a definir uma ‘agenda local para a retoma’.

O Movimento Cidades pela Retoma, continua a captar cada vez mais adeptos contando já com milhares de adesões, incluindo mais de 60 plataformas cívicas nacionais, cerca de 250 blogues de 15 países diferentes e 14 parceiros institucionais.

SONDAGEM PARA FARO – CM/AXIMAGE

07/10/2009

A 4 dias das eleições autárquicas, o jornal Correio da Manhã/Aximage publicou uma sondagem do “cenário” autárquico de Faro.

De acordo com este estudo, Macário Correia, que lidera a coligação FARO ESTÁ PRIMEIRO, composta pelos partidos PSD, CDS, PPM e MPT tem uma vantagem de 2% sobre o seu mais directo adversário, José Apolinário, do Partido Socialista. Pelos resultados desta sondagem, quem vencer estas eleições conseguirá a maioria absoluta na Câmara Municipal.

Mais cá em baixo surge António Mendonça da CDU (6,1%) e José Vitorino, que lidera um grupo de independentes, com cerca de 5%. Em último lugar surge o Bloco de Esquerda que não chega aos 3%, o que  é uma verdadeira surpresa, mas pela negativa, uma vez que o BE ultrapassou a fasquia dos 15% nas eleições Europeias e Legislativas no concelho de Faro e por esse facto, estava esperançado numa votação a rondar os 8,5% que permitisse eleger um vereador em Faro.

Apesar de tudo, creio que José Vitorino e João Brandão ainda vão subir nas intenções de voto, tanto mais que 39,2% das pessoas inquiridas nesta sondagem disseram que não tinham intenções de votar e estra franja de eleitorado, se mudar de opinião, quase de certeza que reforçará a votação dos dois candidatos referidos. Existem ainda 4% de indecisos, que poderão ainda influenciar o resultado. 

Macário Correia (PSD/CDS/PPM/MPT) – 41,1%

José Apolinário (PS) – 39,1%

António Mendonça (CDU) – 6,1%

José Vitorino (CFC) – 4,9%

João Brandão (BE) – 2,6%

Brancos e Nulos – 4%

Indecisos – 4%

Não vão votar – 39,2%

Erro – 4,38%

QUALIDADE DE VIDA EM FARO – CONCLUSÕES

18/09/2009

A Casa do Povo de Estoi acolheu na noite de ontem, 16 de Setembro, mais um colóquio organizado pela candidatura “Faro está Primeiro”, subordinado desta vez ao tema da Qualidade de Vida. Fechando o ciclo de intervenções, o Eng.º Macário Correia elegeu cinco áreas fundamentais de actuação para a melhoria necessária dos padrões de qualidade de vida no concelho:

– Perda da capitalidade – ao contrário dos nossos adversários, que têm uma visão redutora da condição geográfica de Faro, Macário Correia defende que Faro se deve assumir como um concelho charneira no desenvolvimento de toda a Região;
Desqualificação do espaço público – é necessário resgatar alguma qualidade de vida nos bairros da cidade e nas ruas e artérias das freguesias. É preciso limpar arruamentos, acarinhar os espaços verdes e recuperar o estado dos equipamentos públicos. Numa palavra, é preciso qualificar o espaço público farense e usar de muita pedagogia para alterar os comportamentos menos cívicos de uns poucos;
Ausência de um planeamento estratégico global – Exceptuando Estoi e uma parte de Santa Bárbara de Nexe, Faro não tem o seu espaço arrumado. Abundam medidas avulsas e desgarradas, mas falta uma visão sistémica do território. É preciso acabar com “a política da courela”;
Péssima situação financeira do município – um passivo gigantesco, de quase 90 milhões de euros, não nos deixa grande margem para, num só dia, resolvermos todos os problemas das pessoas. No entanto, tem que haver recursos para responder às necessidades das populações e conseguir aumentar a qualidade de vida de quem reside, trabalha ou faz férias no nosso concelho. É um imperativo de desenvolvimento;
Falta de organização interna da autarquia – para dar uma resposta mais expedita às solicitações, é preciso limar arestas no funcionamento da Câmara. Motivar as pessoas é algo que manifestamente não tem sido bem feito nos últimos 20 anos. Por outro lado, há estruturas internas e gabinetes que se sobrepõem, o que resulta em perdas de eficácia e em desresponsabilização.

O evento contou igualmente com prelecções de conhecidos pensadores sobre o assunto como o Dr. Fernando Silva Grade, o presidente e recandidato à Junta de Freguesia de Estoi, Dr. José Paula Brito e do Arq.º Paisagista Jorge Coelho. Depois de décadas de completa descaracterização do recorte arquitectónico farense, a “beleza branca”, para Fernando Silva Grade há que mudar de paradigma: o progresso de um determinado território não pode suster-se num desenvolvimento em quantidade mas sim em qualidade. O conhecido artista plástico, que vem defendendo que Faro tem que defender com unhas e dentes o que resta do seu património arquitectónico, sob pena de perder o que resta da sua identidade, disse no final da conferência que acredita que “Macário Correia personifica a visão, a abertura de espírito e a mentalidade contemporânea” que garante um desenvolvimento qualitativo.

De realçar ainda a apresentação do arquitecto paisagista Jorge Coelho, para quem a Qualidade de Vida só estará ao alcance de Faro, se garantirmos um atento e empenhado ordenamento do território e das acessibilidades. Para este especialista é ainda necessária a qualificação da integração da cidade na envolvente, bem como uma visão mais alargada ao nível dos transportes, sugerindo a constituição de uma Entidade Regional de Transportes. De resto, essenciais são também os sistemas de mobilidade e transportes centrados na comunidade.

No final dos trabalhos, moderados pelo Eng.º Bruno Lage, houve lugar a uma animada sessão de perguntas e respostas.

DSC04016

HPIM1657

HPIM1658

HPIM1660

HPIM1661

HPIM1659

QUALIDADE DE VIDA DISCUTIDA EM FARO

14/09/2009

Vai decorrer 4ª feira (dia 16), às 21h30, na aldeia de Estoi (casa do Povo), um colóquio/debate subordinado ao tema “Qualidade de Vida no concelho de Faro”.

O termo Qualidade de Vida, embora seja um conceito relativamente recente, é hoje em dia, amplamente referenciado em discursos e conversas informais, sendo um tema central e praticamente obrigatório em todas as análises e políticas de gestão, ordenamento e planeamento do território, em particular das cidades.

Contudo, apesar de ser um “chavão” muito aplicado, o conceito de Qualidade de Vida é complexo e engloba diversos aspectos, que se interligam, e que vão desde as questões mais materiais, ligadas à satisfação das necessidades humanas básicas, até às questões imateriais (p.e., a segurança, ambiente, cultura, a participação cívica).

Vem assistir e participar neste interessante debate que tem como um dos principais objectivos identificar as questões mais pertinentes que os farenses pretendem ver melhoradas e quais os principais problemas que anseiam ver solucionados ou minimizados.

A entrada é livre!

C O L Ó Q U I O / D E B A T E
“Qualidade de vida no Concelho de Faro”
16 Setembro – 4ª feira – 21h30
Casa do Povo de Estoi
Moderador: Eng.º Bruno Lage
Oradores : Dr. José Paula Brito,
Arq. Jorge Coelho,
Dr. Fernando Grade
Encerramento: Eng.º Macário Correia

XI FARTUNA

16/03/2009

De acordo com o Jornal Região Sul, nos próximos dias 20 e 21 de Março, a cidade de Faro recebe diversas tunas de vários pontos do país, no âmbito do XI FARTUNA – Festival de Tunas Académicas da Cidade de Faro, organizado pela Versus Tuna – Tuna Académica da Universidade do Algarve.

No primeiro dia (6ª feira), a festa começa com a chegada das tunas, pelas 18 horas, seguindo-se uma noite de serenatas no Largo do Carmo, às 22 horas, com entrada livre.

No dia 21 (sábado) decorre o tradicional Pasacalles (desfile das tunas), nas ruas da Baixa de Faro, a partir das 15 horas. O Grande Festival de Tunas, no Teatro das Figuras, está marcado para as 21:30 horas.

O XI FARTUNA conta com a presença da TMUC – Tuna de Medicina da Universidade de Coimbra, ESTuna – Tuna de Engenharia da Escola Superior de Tecnologia de Setúbal, Desertuna – Tuna Académica da Universidade da Beira Interior e da Tusófona – Real Tuna Lusófona. O festival conta ainda com a presença da Feminis Ferventis – Tuna Académica Feminina da Universidade do Algarve. O festival é encerrado pela tuna anfitriã (Versus Tuna).

PLANOS DE ORDENAMENTO DE FARO JÁ ESTÃO NA NET

13/03/2009

A Câmara Municipal de Faro disponibiliza a partir de hoje, no seu site na internet, os Planos de Ordenamento do Território de todo o município.

De acordo com o jornal Região Sul, todos os cidadãos podem aceder aos mapas interactivos actualizados, de uma forma mais rápida, eficaz e gratuita sem deslocações às instalações municipais. Os mapas disponibilizados destinam-se aos mais diversos fins, destacando-se, as plantas de localização para a emissão de alvarás de construção o que até agora só era possível obter através de um pedido junto dos serviços competentes da autarquia, mediante pagamento.

CAFÉ ALIANÇA ENCERROU

16/02/2009

De acordo com o jornal Sol, uma ordem de despejo decretada pelo tribunal de Faro estará na origem do encerramento do centenário café Aliança, na baixa da cidade, adiantou hoje a Câmara Municipal, que pretende salvaguardar o património cultural do estabelecimento.

«Um litígio judicial entre o senhorio e o inquilino do café Aliança resultou, ao que tudo indica, numa ordem do tribunal para despejo. Por orientação do presidente da Câmara de Faro, José Apolinário, técnicos do serviço de Cultura e Património do município de Faro acompanham a intervenção judicial no sentido de salvaguardar a defesa do património material do café Aliança», explicou a autarquia num comunicado.

«Com esta posição o município quis garantir que a memória do café Aliança, assim como o seu recheio, constituído em muitos aspectos por peças únicas e de indiscutível valor cultural, fiquem, protegidos enquanto referência histórica e cultural da cidade, independentemente das questões judiciais entre o proprietário e inquilino».

O café Aliança está entre os 3 mais antigos cafés do país, a par d’A Brasileira, em Lisboa, e do Majestic no Porto, sendo palco ao longo deste mais de um século de existência, de diversas tertúlias de intelectuais e visitado por ilustres como Fernando Pessoa, Marguerite Yourcenar ou Simone de Beauvoir.

Na base da acção de despejo está uma queixa do senhorio devido ao alegado incumprimento no pagamento das rendas, que a ser verdade (o tribunal confirmou) tem toda a legitimidade para o fazer, pois não é pelo facto do café ter um alto valor cultural e ser um dos mais antigos do país que dá o direito aos proprietários de faltarem constantemente às suas responsabilidades.

Antes pelo contrário, deveriam ter orgulho pelo facto de gerirem um dos mais antigos espaços comerciais do país e zelar para que situações como esta não ocorressem. Infelizmente isso não aconteceu, e o resultado é este. Faro fica sem o seu mais antigo café e perde um local carregado de histórias e recordações.

QUALIDADE DE VIDA EM FARO

17/12/2008

Apesar de ser um conceito relativamente recente, a expressão “qualidade de vida” é um chavão, actualmente, usado e aplicado com bastante regularidade no nosso quotidiano e em quase todas as análises e discussões de políticas de ordenamento e planeamento do território.

 

Contudo, apesar de ser abundantemente aplicado, o conceito de qualidade de vida é de difícil descrição, uma vez que é um conceito abrangente e no qual se interligam diversas abordagens e diversas problemáticas.

 

Nos anos 70/80, a qualidade de vida era analisada por aspectos essencialmente economicistas, prevalecendo sobretudo os indicadores de crescimento económico, negligenciando ou remetendo para segundo plano aspectos fundamentais que permitissem analisar com rigor e veracidade o desenvolvimento de uma sociedade.

 

Actualmente a análise da Qualidade de Vida já não se fica só pelos indicadores de crescimento económico e vai mais longe, assentando em 3 pilares basilares. Contudo, para se efectuar uma correcta análise, estes 3 pilares não podem ser vistos como peças individuais rígidas, mas terão sim, de ser vistos com flexibilidade e como um cruzamento e uma interligação entre os três.

 

O primeiro pilar tem a ver com a distinção entre os aspectos materiais e imateriais da qualidade de vida. Os aspectos materiais estão fundamentalmente relacionados com as necessidades humanas básicas, como por exemplo, as condições de habitação, acesso a água e esgotos, acesso a cuidados de saúde, ou seja, aspectos ligados a infra-estruturas. As questões imateriais estão sobretudo relacionadas com o ambiente, com o património cultural, com a segurança, com a participação cívica, com o bem-estar e ganham mais relevo quanto mais é desenvolvida uma sociedade ou cidade. Já as questões materiais são preponderantes em sociedades ou cidades menos desenvolvidas.

 

O segundo pilar, faz a distinção entre aspectos individuais e colectivos. Os aspectos individuais estão mais relacionados com as características sociais, económicas, familiares e pessoais dos indivíduos. Já os aspectos colectivos estão sobretudo relacionados com os serviços básicos e os serviços públicos.

 

Por fim, o terceiro pilar faz a distinção entre aspectos objectivos e aspectos subjectivos. Os aspectos objectivos estão relacionados com os indicadores de natureza quantitativa. Por sua vez, os aspectos subjectivos são direccionados para a sensibilidade subjectiva que os indivíduos têm da qualidade de vida e que é, claramente, de acordo com um estudo da Faculdade de Economia da Universidade do Porto, elaborado por Santos e Martins (2002), sobre Qualidade de Vida Urbana, muito diferente de pessoa para pessoa, e de estrato social para estrato social. Este último aspecto é de fundamental importância: os indicadores de qualidade de vida têm diferentes traduções, consoante a estrutura socio-económica da população e, portanto, o mesmo indicador pode ser percepcionado de forma diferente por estratos socio-económicos diferentes.

 

Ainda segundo o estudo elaborado por Santos e Martins (2002), importa ainda referir duas outras questões fundamentais que devem ser equacionadas quando se analisa a qualidade de vida e quando se quer definir um conjunto de indicadores de qualidade de vida. A primeira, tem a ver com o facto de as necessidades dos indivíduos estarem intimamente relacionadas com o contexto social, político e cultural em que vivem. Há, portanto uma variação significativa dessas mesmas necessidades, tanto ao longo do tempo (as necessidades de Portugal de hoje não são, obviamente, as mesmas de há 20 anos ou 30 anos atrás) como também ao longo do espaço.

 

A segunda, de acordo com a mesma fonte, está relacionada com a caracterização de um espaço em termos de bens e serviços existentes: a qualidade de vida é medida não só em função da existência desses recursos, mas também, da sua acessibilidade e facilidade de utilização. Directamente relacionado com este último aspecto, coloca-se também a questão do nível de satisfação da população utilizadora desses mesmos bens e serviços, o que será central na análise mais subjectiva da percepção da qualidade de vida.

 

Mais recentemente, a problemática em torno do conceito “Qualidade de Vida” tem ganho um grande interesse e uma grande relevância no ambiente urbano e citadino, talvez devido ao facto desta se relacionar directamente com as principais questões que marcam a sociedade urbana moderna.

 

Este protagonismo, tem sido alimentado e reforçado por uma pressão crescente por parte dos munícipes que graças ao aumento do seu conceito de cidadania se tornam naturalmente mais exigentes e críticos com a sua cidade e com as condições que esta oferece. Contudo, também não é de negligenciar a competição que se tem vindo a estabelecer cada vez com mais afinco, entre centros urbanos para a atracção de recursos humanos altamente qualificados e de investimentos que representam uma mais valia para o município.

 

Faro é uma cidade que tem um enorme potencial para apresentar um nível de qualidade de vida excepcional, fruto de um vasto número de indicadores naturais de grande relevância para a análise deste conceito. Contudo, Faro, também é possuidora de péssimos indicadores (acessibilidades, ausência de espaços verdes, limpeza, desordenamento) , que conseguem deitar por terra qualquer ambição em apresentar Faro como uma cidade com uma boa qualidade de vida.

 

Faro, como capital de distrito, não pode negligenciar o conceito “Qualidade de Vida”, altamente importante para a sua estratégia de desenvolvimento económico e de planeamento urbanístico.

 

Neste sentido, Faro precisa urgentemente de fomentar politicas concretas que visem o desenvolvimento de um modelo de análise de qualidade de vida e actuar nos indicadores que neste momento são menos favoráveis para a obtenção de um nível de excelência na escala da qualidade de vida.

 

Porque Faro merece!

ILUMINAÇÃO DE NATAL EM FARO – parte 2

04/12/2008

natal24

natal23

natal22

natal21

natal20

natal19

natal18

natal17

natal16

natal15

natal14

natal13

ILUMINAÇÃO DE NATAL EM FARO

03/12/2008

Tal como no ano transacto o Município de Faro apostou forte na iluminação de Natal da Baixa da cidade (e não só) que apresenta um jogo de luzes bonito e bem enquadrado.

Seguidamente apresenta-se algumas imagens da iluminação de Natal 2008 na Baixa de Faro.

natal11

natal10

natal9

natal8

natal7

natal6

natal5

natal4

natal3

natal2

natal1

natal12

Parabéns à Câmara Municipal pela boa escolha da empresa responsável pelo trabalho aqui demonstrado.